VI Encontro Luso-brasileiro de Bioética
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Evolução Biológica, Comportamento, Arte e Filosofia
Sabemos que inúmeras espécies de aves dançam. Este é o comportamento de corte que conhecemos, o qual envolve uma série de movimentos sincronizados que objetiva a conquista do parceiro para a reprodução.
Abaixo, você pode conferir um vídeo sobre
Inspirado nas observações de aves, cientistas publicaram recentemente um trabalho interessante. Descobriram oito variáveis que permitem que as mulheres diferenciem um bom dançarino do ruim, em especial movimentos amplos e variados do pescoço e do tronco.
Segundo os autores dessa pesquisa esses movimentos seriam sinais de força, flexibilidade e vitalidade. Por razões menos claras, também são decisivas a amplitude do movimento dos ombros e do pulso esquerdo, e a velocidade de deslocamento do joelho direito.
Os autores da pesquisa brincam dizendo que "a incógnita é se essas preferências remetem às qualidades universais reveladoras de um homem em bom estado de saúde e de pai potencial ou se simplesmente são uma lembrança de John Travolta movendo os quadris em Embalos de Sábado à Noite"
Para chegar à descoberta, os pesquisadores, filmaram com câmeras 3D 19 voluntários entre 18 e 35 anos de idade enquanto dançavam ao som de um ritmo simples. Depois, um grupo de 37 mulheres heterossexuais assistiu a apresentação.
Para evitar a influência do físico dos dançarinos na avaliação, os cientistas transferiram seus movimentos para um avatar virtual - uma espécie de manequim branco e assexuado, sem sinais distintos, recriado pelo computador
Veja o vídeo da BBC que mostra a metodologia com maiores detalhes
É uma teoria na qual acredita-se que as mitocôndrias e cloroplastos são organelas derivadas da interação entre um organismo procarionte ancestral aeróbio e um um organismo eucarionte unicelular anaeróbico.
Essa simbiose se deu a partir do momento que a atmosfera começou a apresentar uma concentração substancial de oxigênio e organismos aeróbios com uma maior produção de energia surgiram na Terra. O evento de endocitose dos cloroplastos deve ter ocorrido mais tardiamente que o das mitocôndrias e deve ter ocorrido separadamente pelo menos três vezes, o que explica a grande variedade de pigmentos e propriedades existentes nos diversos cloroplastos de plantas e algas.
As mitocôndrias são provavelmente derivadas de um tipo de bactéria fotossintetizante que perdeu a sua capacidade de realizar fotossíntese e ficou apenas com a sua cadeia respiratória. A bactéria endocitada receberia nutrientes da célula que a englobou e ao mesmo tempo daria energia para esta, num exemplo de relação simbiótica.
A Teoria endossimbiótica foi popularizada por Lynn Margulis em 1981 em seu livro Symbiosis in Cell Evolution. Vamos listar algumas características que dão suporte para a Teoria Endossimbiótica:
1. As mitocôndrias e bactérias são basicamente do mesmo tamanho.
2. As mitocôndrias possuem dupla membrana, assim como muitas bactérias, e a membrana interna das mitocôndrias não possui nenhuma semelhança com a membrana citoplasmática das células eucarióticas. Em termos de composição lipídica as mitocôndrias parecem mais com as bactérias.
3. As mitocôndrias, além de possuírem seu próprio DNA, o possuem em forma circular assim como as bactérias.
4. A divisão mitocondrial parece com a reprodução bacteriana.
Segundo Margulis, a célula eucariótica típica teria surgido seqüencialmente, em 3 etapas: