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A escala do universo

Existem vários níveis hierárquicos de organização entre os seres vivos, começando pelos átomos e terminando na biosfera. Cada um desses níveis é motido de estudos para os biólogos. Mas essa animação, enviado por uma estimada amiga de Recife, mostra o quanto a idéia de corrente de níveis que contempla átomo, célula, tecido, órgão, sistema, organismo, populações, comunidade, ecossistema e biosfera precisa ser ampliada.



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Orangotangos usam a mímica para se comunicar

Esse vídeo é bem bacana, ele mostra que, assim como os seres humanos, os orangotangos também usam a mímica para se comunicar. Nesse vídeo, a fêmea Siti, tenta fazer com que o homem a ajude a quebrar um coco. Ela pega um pedaço de palmeira e bate repetidas vezes no coco, imitando a ação que o homem a sua frente faria com seu facão para abrir a fruta.


Bebês tem senso de moral?

Paul Bloom e Kiley Hamlin publicaram um artigo interessante, o qual sugere que os seres humanos têm um sentido moral rudimental desde o "início da vida"
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Diversos personalidades da ciência como Sigmund Freud, Jean Piaget e Lawrence Kohlberg defenderam, em inúmeras publicações, que os bebês seriam seres amorais. Seria, portanto, uma tarefa da sociedade, especialmente dos pais, transformar os bebês em seres civiliados - criaturas sociais capazes de ter empatia, culpa e vergonha; que podem ultrapassar impulsos egoístas, em nome de princípios superiores de interesse comum.

Para Pul Bloom a moral é "uma síntese do biológico e do cultural, do inato, do descoberto e do inventado. Ele continua [...] Os bebés possuem certas bases morais – a capacidade e a vontade de julgar as acções dos outros, um certo sentido de justiça, respostas intuitivas ao altruísmo e à maldade. Independentemente do nosso nível de inteligência, se não tivermos começado com esta equipagem básica, não seriamos nada mais do que agentes amorais, impulsionados impiedosamente a prosseguir os nossos interesses egoístas. Mas as nossas capacidades como bebés são extremamente limitadas. São os “insights” de indivíduos racionais que tornam uma moralidade verdadeiramente universal e desinteressada algo a que a nossa espécie pode aspirar".

A pesquisa realizada com bebês é bastante simples, elegante e engenhosa.
A pesquisadora apresentou para os bebês um teatro de fantoche que assistia uma cena, na qual havia um personagem que ajudava outro e, outras cenas, em que outro personagem não cooperava. A pesquisadora, depois do teatro, apresentava os personagens para as crianças e foi observado que as mesmas tinha uma tendência a ter uma empatia maior com os personagens que cooperavam. O que me chamou a atenção desse estudo é a simplicidade da metodologia e olho vidrado das crianças. Veja o vídeo abaixo para maiores detalhes.



Fonte: New York Magazines
http://tinyurl.com/2w9tl2f


VI Encontro Luso-brasileiro de Bioética


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Arrase nas baladas dançando da forma que ELAS gostam

Sabemos que inúmeras espécies de aves dançam. Este é o comportamento de corte que conhecemos, o qual envolve uma série de movimentos sincronizados que objetiva a conquista do parceiro para a reprodução.

Abaixo, você pode conferir um vídeo sobre

Inspirado nas observações de aves, cientistas publicaram recentemente um trabalho interessante. Descobriram oito variáveis que permitem que as mulheres diferenciem um bom dançarino do ruim, em especial movimentos amplos e variados do pescoço e do tronco.

Segundo os autores dessa pesquisa esses movimentos seriam sinais de força, flexibilidade e vitalidade. Por razões menos claras, também são decisivas a amplitude do movimento dos ombros e do pulso esquerdo, e a velocidade de deslocamento do joelho direito.

Os autores da pesquisa brincam dizendo que "a incógnita é se essas preferências remetem às qualidades universais reveladoras de um homem em bom estado de saúde e de pai potencial ou se simplesmente são uma lembrança de John Travolta movendo os quadris em Embalos de Sábado à Noite"


Para chegar à descoberta, os pesquisadores, filmaram com câmeras 3D 19 voluntários entre 18 e 35 anos de idade enquanto dançavam ao som de um ritmo simples. Depois, um grupo de 37 mulheres heterossexuais assistiu a apresentação.

Para evitar a influência do físico dos dançarinos na avaliação, os cientistas transferiram seus movimentos para um avatar virtual - uma espécie de manequim branco e assexuado, sem sinais distintos, recriado pelo computador

Veja o vídeo da BBC que mostra a metodologia com maiores detalhes




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